quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

#70

No domingo vou ver os Muse. Pelas setlist dos últimos concertos, a «Feeling Good» e a «Time Is Running Out» não faltam.

A «Starlight», a «Supermassive Black Hole» e a «Plugin Baby» também têm sido regularmente tocadas.

Oh, e a «Cave» tem feito aparições esporádicas. (Que esta seja uma das raras ocasiões!)

E tocaram a «Stockholm Syndrome» em Estocolmo. Claro. *riso geeky*

Raios, isto é excelente. Eu pagaria APENAS para ouvir o Matt a respirar para cima do microfone durante 10 minutos. Tudo o resto é um bónus.

I ♥ YOU, MATT. I WANNA HAVE YOUR CONSPIRACY-THEORIST BABY.

terça-feira, 24 de Novembro de 2009

#69

"Receio dizer-te, querido namorado, que as tuas prendas de Natal serão itens que eu creio necessitas urgentemente.

Não o que gostas ou o que possas querer receber.

Prepara o teu melhor sorriso amarelo para dia 24.

Molto amore,
Arya Bodhisattva."

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

#68

A minha vida nunca poderá avançar enquanto não comprar as 10 peças de vestuário consideradas essenciais pelo Tim Gunn.

sábado, 21 de Novembro de 2009

#67

Uma das minhas primas pequenas:

"Ouvi dizer que és namorada do teu namorado. E que vais casar e ter muitos filhinhos."

Longe vai o tempo em que lhes desenhava futuros alternativos:

"Posso nunca casar, não querer estar com ninguém, ou sabem, existem raparigas que gostam de raparigas e rapazes que gostam de rapazes"...

(Variantes às quais ela nunca acharam jeito, diga-se de passagem.)

A verdade é que agora estou totalmente virada para o cenário a "Barbie-fica-sempre-com-o-Ken".

Ha.

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

#66

Hoje aproveitei o meu casaco corte império e a existência de gordurinha furtiva para me enfiar na caixa prioritária do hiper.

Perdoem-me: verdadeiras grávidas, velhotes e pessoas com crianças de colo.

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

#65

Passo a vida a fazer mixtapes. Por isso apeteceu-me compilar uma banda sonora para este blog. Ou ilustrativo da sua autora. Algo assim.

Download AQUI.




(Apelidada de volume 1 porque tenho tendência a fazer estas coisas em série. Se alguém chegar a ouvir, diga-me o que pensa!)

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

#64

Pergunto-me o que fiz exactamente de errado. Tive as oportunidades inevitáveis. Que aproveitei. Algumas melhor, algumas pior; é verdade.

Talvez o problema esteja nas que aproveitei mal. Existe uma listinha de opções que poderia ter tomado e... quem sabe? Poderiam ter garantido algo melhor. Talvez.
Nunca vou saber, mas tenho a sensação que vou ser para sempre atormentada por essas vidas alternativas.

Não tenho um futuro palpável. E por muito que queira culpar uma data de entidades externas por tudo (tudinho), eu sei que tenho a minha fatia de responsabilidade.

Mas ao mesmo tempo pergunto-me o que fizeram as outras pessoas que eu não fiz? Quais são as capacidades que me faltam? As iniciativas que deveria ter tomado?
Não tenho respostas. Não tenho mesmo.

Costumava considerar-me esperta. Em alguma medida, penso que sou. Mas parece que não é isso que me salva de ser um falhanço total.

Começo a duvidar que exista alguma recompensa para o meu esforço. Começo a duvidar que as coisas mudem. Já existe um fosso intransponível entre eu e o resto do mundo. Ou pelo menos, entre mim e os meus semelhantes.

Para onde é que eu me viro agora?